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Mostrando postagens de maio, 2019

3 estratégias para pais ajudarem crianças com Síndrome de Down nos estudos

A Síndrome de Down é uma condição genética que causa atrasos no desenvolvimento físico e intelectual. Ocorre em um a cada 792 nascidos vivos no Brasil. Cada vez mais vemos crianças com Síndrome de Down frequentar a escola regular, praticar esportes e fazer qualquer atividade que crianças da mesma idade, sem síndrome, fazem. Isso se dá pois as crianças que possuem um cromossomo a mais, do amor, geralmente demonstram boas habilidades sociais, que podem ser utilizadas para aumentar as oportunidades de aprendizado e ensino. A psicopedagoga Michelli Freitas listou 3 estratégias para que os pais possam ajudar os filhos na vida escolar. A especialista, que é também analista de comportamento é mãe de um menino autista e criou o Instituto de Educação Análise do Comportamento, o IEAC (@ieac_aba) para disseminar conhecimento baseado em evidência científica para o ensino de habilidades para crianças com atraso no desenvolvimento. Abaixo as 3 dicas: Visualização A especialista indi...

9 coisas que você não deve dizer/fazer à uma mãe que tem filho autista

Desde que a mulher descobre a gravidez sonha em como será a nova vida que está para chegar; seu rostinho, o sorriso, com quem parecerá e também seu desenvolvimento como criança e adolescente. Toda a expectativa pode mudar quando essa mulher recebe o diagnóstico de autismo ou qualquer outra síndrome que possa afetar o desenvolvimento do seu filho. Tudo será reprocessado e o instinto de mãe protetora é muito maior para deixar o ambiente menos impactante para a criança. Quem não convive com crianças autistas pode não saber lidar com a situação e acaba cometendo gafes e até sendo desagradável com essa mulher. A psicopedagoga e diretora do IEAC (Instituto de educação e Análise do Comportamento) Michelli Freitas, mãe de um garoto autista, listou 9 coisas totalmente desnecessárias para dizer à uma mãe de filho com TEA. Ele (a) não tem autismo - É muito comum as pessoas dizerem esta frase com o intuito de enfatizar que a criança é esperta, ou "bonita demais" e por isso e...

Psicóloga descreve possíveis reflexões sobre a maternidade

Como num passe de mágica a criança abriu os olhinhos e a viu. Nesse momento ela já não era a mesma.  A psicóloga clínica Andréa Xavier descreve neste texto o que pode passar na cabeça (e no coração) de algumas mulheres após à maternidade.  Sou mãe. E agora? Eu já não era mais a mesma. Agora havia uma extensão de mim, a qual eu seria responsável. No primeiro momento até para comer ele dependia de mim. Isso seria até quando?  Será que serei capaz? E agora? Onde eu me encaixo dentro de tudo isso? Agora eu não sou mais eu? Quem eu sou? Como assim? Além das dores físicas que o parto traz, a dor na amamentação, tudo isso sendo contido para não ser julgada e condenada já nas primeiras horas. A mãe que não passou por algum desses questionamentos ao dar a luz ao primeiro filho, que atire a primeira pedra. São pensamentos  frequentes  que muitas vezes  ocorrem  logo após o parto, e por vezes escondidos por medo do julgamento.   ...