Vacinas liberadas no SUS para as gestantes

Eu quando estive grávida tomei a vacina contra a gripe no SUS e contra a febre amarela, a última porque viajei para Punta Cana e quis ser preventiva. Além dos exames médicos, ingestão de vitaminas e práticas de exercícios, as vacinas entraram para fazer parte do planejamento da gravidez. 

Veja algumas doenças que podem ser prevenidas antes da gestação e os riscos que elas oferecem aos bebês:
http://www.especialidadesintegrada.com.br/blog/?p=173

Coqueluche: conhecida como “tosse comprida”, a coqueluche é uma doença bastante grave entre os bebês no primeiro ano de vida, com risco de hospitalização e até mesmo de morte. Em mais de 50% dos casos, os pais e outros familiares foram a principal fonte de transmissão da infecção.

Rubéola: Doença infecto-contagiosa representada pela ocorrência da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) que atinge o feto ou o recém-nascido cujas mães se infectaram durante a gestação. A infecção na gravidez acarreta inúmeras complicações para a mãe e para os recém-nascidos, como malformações congênitas (surdez, malformações cardíacas, lesões oculares e outras). A vacinação contra a rubéola é a única medida preventiva e segura.

Gripe: a vacina antes da gestação é essencial, pois as complicações da gripe podem ser mais graves durante este período. Em 2015, o Brasil deu mais um passo importante no avanço ao combate da gripe com a aprovação da vacina tetravalente do país, capaz de proteger contra quatro cepas do vírus influenza, dois do tipo A e dois do tipo B.

Hepatite B: a proteção é indicada, pois caso a mulher contraia o vírus durante a gravidez, a situação se complica, pois a transmissão para o bebê pode ocorrer durante a gestação ou, principalmente, no momento do parto. Em recém-nascidos, as chances de a hepatite B evoluir para uma hepatite crônica é de 90%, de acordo com o Ministério da Saúde, por isso os bebês recebem a primeira dose contra hepatite B logo após nascerem.

Daniela Oliva Roma

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